PERU: Red Latinoamericana de Salud Publica – 1995

Lima 4 de Diciembre de 1995
A las Instituciones de Salud Publica, Salud Colectiva o Salud Comunitaria de America Latina y el Caribe.
A los profesionales individuales que trabajen en estas areas en America Latina y el Caribe.
A las instituciones y profesionales de Salud y Educacion de America Latina y el Caribe.
A todos los interesados en la Salud de America Latina y el Caribe
Estimados amigos y colegas:
Reciban ustedes un saludo muy cordial de la Asociacion Latinoamericana y del Caribe de Educacion en Salud Publica (ALAESP). La Asociacion, con el apoyo institucional de la Escola Nacional de Saude Publica / Fundacao Oswaldo Cruz (ENSP / FIOCRUZ) del Brasil y el apoyo tecnico de la Red Cientifica Peruana / INTERNET Peru, esta iniciando la organizacion de una RED DE COMUNICACION ELECTRONICA DE PROMOCION A LA DOCENCIA E INVESTIGACION EN SALUD PUBLICA EN AMERICA LATINA (Red Latinoamericana de Salud Publica).

Los objetivos especificos de esta iniciativa se orientan a contribuir a:
1. Establecer canales de comunicacion y debate entre instituciones y
profesionales del campo y publico en general sobre areas tematicas
consideradas de interes estrategico para el desarrollo de la Salud Publica
latinoamericana.
2. Mejorar los disenhos de proyectos y metodologias en docencia e
investigacion en la Salud Publica latinoamericana facilitando el contacto de
instituciones y profesionales del campo con centros de produccion cientifica
regionales y globales.

3. Divulgar la produccion cientifica sobre Salud Publica publicada en la
region y a mejorar sus niveles de calidad.

4. Viabilizar la ejecucion, utilizando la estrategia de trabajo en red, de
proyectos y actividades multi-institucionales de apoyo a la docencia e
investigacion en Salud Publica basadas en las demandas y disponibilidades de
las instituciones participantes.
La idea basica es, utilizando principalmente INTERNET, identificar
instituciones y profesionales en Areas Tematicas de interes para el
desarrollo de la Salud Publica regional y organizar Listas de Discusion,
Gophers y Paginas Web sobre ellas. Se propone tambien organizar grupos de
especialistas que disenhen y coordinen, via red, proyectos
multi-institucionales de investigacion o de publicacion en dichas Areas
Tematicas.
Las instituciones y profesionales que aun no estan conectados a
INTERNET son igualmente invitados a participar en este Proyecto. Se puede
participar en la Red de Salud Publica utilizando otros medios de
comunicacion (correo normal, telefono, fax).
Como ustedes saben, toda red se basa en sus nodos participantes. En el caso
de esta Red Latinoamericana de Salud Publica estos nodos pueden ser:
-Escuelas, Departamentos e Institutos de Salud Publica, Salud Colectiva o
Salud Comunitaria
-ONGs y profesionales individuales que trabajen en estas areas
-otras Redes sobre temas de Salud Publica ya existentes en la Region
-Instituciones formadoras, de servicios, Redes de comunicacion y
profesionales de Salud en general
-publico en general
interesados en mejorar la docencia, investigacion y servicios de Salud
Publica de nuestra region.
En realidad, como en toda Red en INTERNET, los que haran que esta
iniciativa “camine” seran sus usuarios. En ese sentido, seran ese conjunto
de instituciones e individuos los que alimentaran las Listas de Discusion de
acuerdo a sus actividades e intereses, los que asumiran el desarrollo y
actualizacion de los Gophers tematicos y los que se encargaran que las
Paginas Web de sus instituciones o temas mantengan conexiones (links) con
los mejores centros regionales y globales de docencia, investigacion o servicio.
Como una primera propuesta de Areas de interes se plantean:

1. Politicas Sociales y Salud:

2. Financiamiento del sector Salud
3. Formacion de Recursos Humanos para el sector publico
de salud

4. Organizacion e Investigacion en Servicios de Salud

5. Violencia y Salud

6. Epidemiologia y Control de Endemias
Bien, esta es una breve sintesis de la propuesta. En caso que su
institucion, o Usted como profesional individual, este interesado en
participar en la Red le damos la bienvenida y le solicitamos lo siguiente:
1.Envienos una respuesta haciendonos saber de su interes. Le enviaremos un
resumen del Proyecto de conformacion de la Red, en el que se detallan, entre
otros puntos, las Areas tematicas propuestas. Le solicitaremos, ademas,
alguna informacion basica sobre los recursos de su institucion en el area de
redes.
2.Informenos de las direcciones de correo normal o de INTERNET o telefonos
de otras instituciones o profesionales interesados en participar. Si puede
hagales llegar una copia de esta carta.
Tenemos la oportunidad de contribuir a orientar la tecnologia de redes de
comunicacion electronica al servicio de la Salud de nuestra Region. Estamos
a la espera de sus propuestas.
Atentamente
Dr.Adauto Goncalves de Araujo
Presidente de la Asociacion Latinoamericana
y del Caribe de Educacion en Salud Publica (ALAESP)
e-mail: “adauto@dcc001.cict.fiocruz.br”
Direccion: Rua Leopoldo Bulhoes, 1480 – Manguinhos – CEP 21041-210
Rio de Janeiro – BRASIL
Tlf: 00-55-21-2808194 (tlf./fax)
00-55-21-2900484 (tlf.directo)
Dr.Jose Iturri
Responsable Ejecutivo del Proyecto ALAESP de
Red Latinoamericana de Salud Publica
e-mail: “iturri@amauta.rcp.net.pe”
Direccion: Honorio Delgado 175 – Magdalena – Lima 17 / Lima – PERU
Tlf: 00-51-1-461-7650 (desde el 06/dic/95 00-51-1-264-0822)

Lembro-me bem. Vinte anos atrás. Departamento de Matemáticas da minha universidade, em Lima. Um grupo de estudantes de medicina assistia maravilhado ao ritual. Alguém o chamava de “processo”? Ninguém. “O” computador anunciava (letras verdes sobre fundo preto) “o sistema está se auto-organizando…”. Vários minutos depois explicava “este sistema é um processador de dados matemático que…”. Fascínio total. “Tu já viu? O computador do Miguel diz o que ele é!”. Claro que Miguel Campos, pioneiro em Informática e Medicina, sorria e tentava nos mostrar “o âmago da programação”. Mas, sempre tinha um resto de maravilha (e não era tão pouco assim).

Depois, durante os anos de trabalho de saúde comunitária na favela, tanta alegria, dor, luta, festa, morte e aprendizado. Os computadores, o primeiro do meu irmão e os da instituição, ajudavam demais. Cartazes, folhetos, relatórios, estatísticas! (“eu não disse que o cólera estava pegando forte por aquele bairro? está ai, o gráfico não mente!”).

Já no Rio, eu era um dos dois ou três do curso de mestrado que, em 1992, tínhamos correio eletrônico (“correio o que?… Nossa! que chique!”). Atravessávamos os matagais que levavam ao CICT-FIOCRUZ e balbuciávamos comandos em UNIX e… a mágica de novo (agora que eu me lembro, meu primeiro mail foi do Miguel! que continuava sorrindo diante do encantamento dos diletantes). O aprendizado de Lima e a reserva de mercado da informática no Brasil (que só se levantaria naquele ano) se aliaram e os conhecimentos em informática ajudaram o migrante a situar-se entre os estudantes da ENSP.

De 95 a 98, na Escola, as iniciativas de “redlat-sp: la lista latino-americana de salud pública” , do site da ALAESP e do “hiperVínculos: Guia de recursos disponíveis na Internet”, todas ainda pioneiras, ensinaram que as mágicas requerem cada vez mais de alianças e aliados. Por coincidência, na mesma época uma recaída em saúde comunitária em favelas do Rio Comprido, mostrou que as “novas tecnologias” não estavam nem um pouco longe do pessoal (“doutor, tá sabendo que semana que vem eles vão colocar tv a cabo na associação de moradores? Todas as associações têm direito, o senhor não sabia não?”).

…após todo esse tempo, muitas alegrias e raivas (informáticas e das outras) depois, com o coração calejado para esse tipo de encantamento, juro que eu sei destas coisas. Mas… a mágica ainda funciona. Lógico, só às vezes. Mas, tu já viu a conexão de Internet 2 da USP? Rapaz, é fantástica.

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  1. Lembro-me bem. Vinte anos atrás. Departamento de Matemáticas da minha universidade, em Lima. Um grupo de estudantes de medicina assistia maravilhado ao ritual. Alguém o chamava de “processo”? Ninguém. “O” computador anunciava (letras verdes sobre fundo preto) “o sistema está se auto-organizando…”. Vários minutos depois explicava “este sistema é um processador de dados matemático que…”. Fascínio total. “Tu já viu? O computador do Miguel diz o que ele é!”. Claro que Miguel Campos, pioneiro em Informática e Medicina, sorria e tentava nos mostrar “o âmago da programação”. Mas, sempre tinha um resto de maravilha (e não era tão pouco assim).

    Depois, durante os anos de trabalho de saúde comunitária na favela, tanta alegria, dor, luta, festa, morte e aprendizado. Os computadores, o primeiro do meu irmão e os da instituição, ajudavam demais. Cartazes, folhetos, relatórios, estatísticas! (“eu não disse que o cólera estava pegando forte por aquele bairro? está ai, o gráfico não mente!”).

    Já no Rio, eu era um dos dois ou três do curso de mestrado que, em 1992, tínhamos correio eletrônico (“correio o que?… Nossa! que chique!”). Atravessávamos os matagais que levavam ao CICT-FIOCRUZ e balbuciávamos comandos em UNIX e… a mágica de novo (agora que eu me lembro, meu primeiro mail foi do Miguel! que continuava sorrindo diante do encantamento dos diletantes). O aprendizado de Lima e a reserva de mercado da informática no Brasil (que só se levantaria naquele ano) se aliaram e os conhecimentos em informática ajudaram o migrante a situar-se entre os estudantes da ENSP.

    De 95 a 98, na Escola, as iniciativas de “redlat-sp: la lista latino-americana de salud pública” , do site da ALAESP e do “hiperVínculos: Guia de recursos disponíveis na Internet”, todas ainda pioneiras, ensinaram que as mágicas requerem cada vez mais de alianças e aliados. Por coincidência, na mesma época uma recaída em saúde comunitária em favelas do Rio Comprido, mostrou que as “novas tecnologias” não estavam nem um pouco longe do pessoal (“doutor, tá sabendo que semana que vem eles vão colocar tv a cabo na associação de moradores? Todas as associações têm direito, o senhor não sabia não?”).

    …após todo esse tempo, muitas alegrias e raivas (informáticas e das outras) depois, com o coração calejado para esse tipo de encantamento, juro que eu sei destas coisas. Mas… a mágica ainda funciona. Lógico, só às vezes. Mas, tu já viu a conexão de Internet 2 da USP? Rapaz, é fantástica.

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